Aconteceu. As coisas más nunca são belas. As marcas nunca apagadas. Cada vez mais ténues, cada vez mais perto do fim.
Inverto e encontro a organização na corrente de ar onde a paranóia me condiciona o raciocínio.
As árvores golpeadas vão ganhando autonomamente ramagem e o ar pesado leva-me a acreditar que a trovoada as vai tentar destruir.
As mesmas armas num quadro aterrador e belo.
(ninguém tem tempo)
Indefeso, encerro e amparo-me na graça de tal nunca vir a acontecer.
Yerka, Jacek

Sem comentários:
Enviar um comentário