Talvez a introdução me exigisse, ou o jornal que nunca deixou de ser lido ao contrário, a pergunta que continua por escutar, o sonho que já tive e quis apagar.
Encontrei-te numas dessas estações, num desses passados onde me perguntas, olhando ao infinito, pelo fado. Quiçá necessite refazer a viagem, alterar a resposta ou expatriar-me.
Tal e qual amanhã, sem regra nem tempo, te descubro ou invento. Te invento nas regras do tempo, como agora, e te invado p'ra sempre o olhar.
Ernst, Max

Sem comentários:
Enviar um comentário